Perguntas frequentes.
Quando não souber como resolver um problema ou quando se esgotarem as alternativas disponíveis para solucioná-lo.
Na primeira consulta, ouvimos sobre o problema e solicitamos documentos para melhor orientação e resolução.
Todos que tenham relação com o assunto a ser tratado, pode ser documento físico, digital, conversas de whatsapp, áudio e afins.
Não. Em qualquer etapa do processo é possível negociar acordo
Sim, fazemos. É realizada uma análise minuciosa sobre o caso, condições financeiras e sociais do cliente. Geralmente, 1 caso por ano.
Pessoas que trabalharam em condições insalubres ou perigosas.
Sim, tudo depende do tempo de contribuição desde a descoberta da deficiência. Para isso, antes do pedido, precisamos analisar a documentação.
Em regra: RG, CPF, Comprovante de residência. A depender do tipo de aposentadoria outros documentos podem ser solicitados, como PPP, carteiras de trabalho, carnês de contribuição, laudos médicos e afins.
Agendar consulta para que o caso seja analisado. Muitas vezes não é vantagem fazer novo pedido ou entrar com ação judicial.
Sim, desde que não tenha se passado mais de 10 anos da concessão. Em todos os casos é necessário, antes de fazer o pedido, efetuar o cálculo para verificar a real possibilidade, evitando-se perda de tempo e de dinheiro.
Sim. Todo segurado pode, porém, nem sempre é recomendado que se faça sem advogado, pois qualquer erro no pedido ou na documentação pode ocasionar prejuízo financeiro e até não concessão do benefício ou impossibilidade de sua revisão.
Saldo salarial, 13º e férias. Outras verbas também podem ser devidas, mas é necessário avaliar cada caso individualmente.
Sim, inclusive, é muito mais fácil para fins de cálculo. Lembrando que, em regra, o prazo para entrar com ação é de até 2 anos após o término do contrato de trabalho.
Perguntas frequentes.